18/09/2024

A imaginação nos ajuda a sobreviver



The Magic of Imagination by Irma Kundrotas on Dribbble

Parece redundante o que vou dizer, mas obviamente, vivemos e sobrevivemos em um mundo de complexidades intensas, onde a realidade frequentemente se apresenta como um fardo pesado, esmagando-nos com suas exigências e tristezas. A vida, em sua essência, nos coloca diante de sofrimentos inevitáveis, angústias profundas e devaneios que, por vezes, nos levam a questionar o sentido de tudo. Quem nunca se sentiu assim?

15/09/2024

Reescrevendo uma publicação antiga para minha realidade atual

Salém concentrado lendo.

" Caro leitor(a), abaixo você lerá meu texto quando tinha 20 anos aproximadamente. Ao final dele, terá o texto reescrito agora, aos 31 anos. Boa leitura!"


13/09/2024

Feliz Ciclo Novo

 

Boneca que eu personalizei. Minha versão de Monster High, anos atrás.
Apesar de todos os traumas e das experiências que me fizeram temer o dia do meu aniversário por anos, algo curioso está acontecendo agora. Estou às vésperas de um novo ciclo, e, estranhamente, sinto um ânimo inesperado. É um sentimento que não se encaixa com o cenário que vivi, mas talvez faça parte dessa nova fase que estou construindo para mim mesma. É como se, finalmente, eu estivesse reescrevendo minha história, rodeada por pessoas que, de verdade, estendem a mão para me tirar das amarras do ambiente em que cresci. Elas me mostram uma visão diferente da vida, e é isso que mantém acesa aquela pequena chama dentro do meu peito, que, por teimosia, nunca se apaga.

12/09/2024

Seja veloz até ter um Burnout

   
 Olá, leitores! Hoje, gostaria de discutir um tema que, para muitos de nós, neurodivergentes ou não, está se tornando cada vez mais urgente: a pressão que essa sociedade impõe e como o volume de informações, atualizações constantes e a velocidade com que tudo acontece estão nos levando a situações extremas de estresse, culminando em burnouts e outros problemas graves de saúde mental.

08/09/2024

O Retorno aos Blogs: Um Refúgio Pessoal



Eu sou daquelas pessoas que encontram na escrita a melhor forma de comunicação. Como autista, embora eu consiga me expressar verbalmente, muitas vezes enfrento dificuldades em interações pessoais. A escrita me oferece uma clareza que a fala, por vezes, não consegue transmitir. É como se cada palavra digitada fosse um pedaço do meu mundo interno que finalmente ganha forma e vida. 

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